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Friday, January 12, 2007

Tonia Carrero estréia peça em Santo André



Por Tatiana Ferreira


Santo André recebe neste final de semana uma das grandes divas da história do teatro nacional. A peça Chega de História!, estrelada por Tonia Carrero e Nilton Bicudo, com texto e direção de Fauzi Arap faz sua estréia nacional neste sábado (11) no teatro Municipal de Santo André.
Na peça Seu Enrico, personagem de Bicudo, é um administrador de um espaço cultural prestes a fechar suas portas que convida para apresentar a última palestra no local D.Filó (Tonia Carrero),uma velha professora aposentada, que vive com um pequeno salário do INSS. Mesmo não entendendo muito de História ela aceita a proposta. “Faço uma mulher que dá uma aula de história sem saber nada do assunto. Quero fazer o público rir, viajar com a peça, ser amada”, contou a atriz.
O evento, em princípio inofensivo, acaba se transformando em um verdadeiro ato público, onde são denunciadas as precárias condições em que sobrevivem a educação e a cultura do nosso país.
“Essa é a peça mais difícil da minha carreira. Até porque é uma peça atual. Para compor a D. Filó pesquisei com minha imaginação a situação social do país. Acredito que o texto serve para dar agulhadas na cultura nacional e nos nossos políticos’, afirmou Tonia.
O texto aborda a falta de intelectualização do país o comércio que existe na cultura.
A peça ficará em cartaz neste sábado (11) às 21 h e no domingo (12), às 18h em Santo André antes de viajar pelo interior do Estado e a partir do dia 21 de julho a peça ficará em cartaz no Espaço Promon, em São Paulo.
O Teatro Municipal fica na Praça IV Centenário, s/n. Os ingressos variam de R$ 20 a R$ 40. Informações pelo telefone: 4433-0789.


Uma vida dedica as artes

A atriz veio de uma família onde seu pai era oficial do Exército Brasileiro, que morreu general. Seus irmãos também seguiram carreira militar. Só a menina, contrariando a vontade materna, “nadou contra a maré”, e bem cedo se interessou por artes, balé, teatro, etc. Formou-se em Educação Física.
“Você vai ser uma ótima senhora da sociedade, mas não tem nada a ver com teatro”. O prognóstico foi do seu primeiro professor de teatro, em Paris, e poderia acabar com a carreira de qualquer um. Mas não a da obstinada carioca Maria Antonieta Porto Carrero ou simplesmente Tonia Carrero que voltou ao Brasil disposta a enfrentar todos os obstáculos para chegar
aos palcos. “Sou uma mulher feliz e realizada. Não me arrependo de nada”, diz Tonia.
Aí já estava casada com um artista requintado de nome Carlos Arthur Thiré. Com ele teve seu único filho Cecil Thiré, também ator e com quem já chegou a trabalhar. Sempre lindíssima, a beleza a ajudou, mas não trabalhou em Paris. Só estudou. Outra vez no Brasil, trabalhou no filme “Querida Suzana”, onde entrava muda e saia calada, mas não demorou a apareceu no jornal uma crônica sobre ela, com o título: “Nasce uma estrela”. Não quis fazer chanchada, não quis fazer Atlântica, queria fazer coisas boas e em boas companhias. Um dia Rubem Braga a indicou para Fernando de Barros para fazer um filme. Foi assim que Tonia foi fazer “Caminhos do Sul”, um filme todo rodado no Rio Grande do Sul. Logo após também fez um outro de Fernando chamado, “Perdidas pela Paixão”.
Em 1949, a convite também de Fernando de Barros, fez sua estréia no Teatro, com a peça “Um Deus Dormiu Lá em Casa”, de Guilherme Figueiredo, ao lado de Paulo Autran, que futuramente se tornaria seu amante. Com essa peça, ganhou o prêmio de revelação, foi para SP e acabou entrando para a Companhia Vera Cruz. Ficou lá de 50 a 54, fez alguns filmes entre eles “Apassionata”, “Mãos Sangrentas”, “Tico Tico no Fubá”, “É Proibido Beijar”. Estava no meio da produção de “Ana Terra”, quando a Vera Cruz faliu e tudo acabou.
Antes de se tornar uma das musas da Companhia fundada em São Bernardo, a atriz havia passado rapidamente pelo TBC, onde logo retornou com uma peça chamada “Uma Certa Cabana”, logo após, fez “Cândida”, de Bernard Shaw. Fez ainda, “O Profundo Mar Azul”, “Santa Marta Fabril SA” e “A Viúva Astuciosa”. Em 57 fez a peça “Entre Quatro Paredes”, de Sartre.
Foi ainda personagem de Ibsen, Tchekov, Shakespeare, Pirandello, Tenesse Williams, Edward Albee, Becket, Guilherme Figueiredo, Plínio Marcos e Nelson Rodrigues. Tornou-se empresária e criou a sua própria companhia ao lado do marido e do amigo Paulo Autran, a Celi-Tonia-Autran, com a qual chegou a montar 40 peças em seis anos.
A televisão também esteve presente em sua vida. Fez a novela “Sangue do Meu Sangue” na Record, onde ganhou o Prêmio Roquete Pinto. Depois fez dois trabalhos que gosta muito, “Pigmalião 70” e “Água Viva”, na Globo . Foi para a Manchete e fez “Kananga do Japão”.
Teve três grandes experiências com o Teatro Moderno: “A Amante Inglesa”, “Navalha Na Carne”, onde ganhou o prêmio Moliére, e mais tarde “Quartett”, de Beckett, ao lado de Sérgio Brito. Esse espetáculo lhe rendeu o segundo Moliére.
Seus últimos trabalhos no teatro foram “Equilíbrio Delicado”, de Albee, “O Jardim Das Cerejeiras”, de Tchekov e “A Visita Da Velha Senhora”, e “Amigos Para Sempre”.
Seu último trabalho na TV foi vivendo a dona de bordel Bertha Legrandna novela “Senhora Do Destino” de Agnaldo Silva. Semana passada gravou um episódio para a Série Retrato Falado, com Denise Fraga, a ser exibido no Fantástico.
Tonia Carrero é uma mulher linda ainda e inteligente, que sabe entender as coisas, sabe analisá-las. Sabe, por exemplo, que a carreira de atriz no Brasil tem altos e baixos. Às vezes os textos são bons e às vezes ruíns. É preciso saber passar, saber viver. Prêmio recebeu todos: “Velho Guerreiro”, “Moliére”, o “APCT”, o “APTESP”, “Prêmio do Mérito Militar”, “Legion des Arts et des Lettres” da França e comendas. Mas, para ela o verdadeiro prêmio foi o filho que Deus lhe deu, e que já lhe deu netos e bisnetos. Tonia é bisavó. E feliz com isso. Foi casada por três vezes. E foi muito feliz com seus amores. Sempre homens inteligentes, que muito a ensinaram, segundo ela.
Aos 82 anos, tem lugar cativo em qualquer lista das mulheres mais lindas do século. “Idade não importa. É melhor ficar velha do que morrer cedo”, recomenda.
Bisavó, três casamentos, uma vida de trabalho intenso, de sucessos e de grandes emoções. E ainda continua cultivando a religião de sua beleza física...
Como é, para você, uma mulher que foi considerada como uma das mais bela de seu tempo, chegar aos 82 anos?
Tonia - Envelhecer é ruim para qualquer mulher, mas, para quem foi muito bonita, é pior ainda. É difícil aceitar as manchas na pele, a flacidez nos braços, as rugas. O corpo vai estragando a olhos vistos. Não saio mais com as pernas ou cos braços de fora, escondo as partes que entregam minha idade. Meu ritmo está mais lento para tudo, sinto mais dificuldade para levantar de uma cadeira, para lembrar de nomes.Mas espero usufruir a vida até que uma boa morte me leve. Teria sido muito vantajoso ter morrido jovem, pois todos viram estrelas quando morrem cedo. Mas agora é tarde para eu pensar nisso.
Você acha que a beleza atrapalha? É verdade que para uma mulher bonita provar seu talento é mais difícil?
Tonia - Não acho que beleza atrapalhe, ao contrário. Tenho sorte por isso, fui abençoada. Mas minha ambição sempre foi, além disso. Muito mais importante é a ambição intelectual. Uma vez um crítico de teatro disse para mim que se não fosse tão bela, poderia ter notado logo meu talento. Pode?
A mulher mudou muito desde a sua mocidade. Diria o mesmo dos homens?Tonia - Os mais jovens evoluíram muito, são muito mais companheiros de suas mulheres do que os de minha geração. Vejo pelos meus netos. Os da minha geração estão péssimos, caquéticos, caindo pelas tabelas. Não podem mais entreter uma mulher, como ela precisa. Eu não queria mais estar casada, a menos que fosse com uma pessoa bem mais nova do que eu.

Você demonstra que se sentiu subestimada pelos maridos. Estou certa?Tonia - Não apenas subestimada. Me amaram mal e não me respeitaram na medida em que eu precisava, por causa da rivalidade. A mulher não engana o homem com facilidade e, quando percebe que está sendo enganada, sente uma raiva muito grande. Meus três maridos foram muito machistas e me enganaram muito com outras mulheres. O terceiro, que era sete anos mais jovem do que eu, era extremamente namorador. Perdi oportunidades ótimas de fazer o mesmo com eles, de burra que sou.
Mas a senhora já assumiu que teve um romance por dois anos com o ator Paulo Autran durante seu primeiro casamento, com Carlos Thiré, e que mais tarde também se envolveu com o escritor Rubem Braga. Tonia - Thiré achava que não havia perigo com o Paulo Autran, que haveria só amizade entre nós. Ele era extremamente machista. Interessava-se tanto por minhas amigas, que lhe propus ter um casamento aberto. Ele não levou a sério minha proposta, que era muito avançada para a época. A mulher é muito mais forte do que o homem. Sempre tive pena dos homens, por fazerem tanta bobagem.

Você se queixa de não atuar na TV, mas em 2004 teve uma participação na novela "Senhora do Destino", na TV Globo, vivendo a dona de bordel Bertha Legrand.Tonia - Uma participação mínima, e porque o Wolf Maia (diretor da novela) é meu amigo e sabia que (imitando sotaque francês) "parra mim é muito facile fazer sotaque frrancês". Eu adoro televisão, gostaria que me chamassem mais.
Como foi sua passagem pela Cia Vera Cruz em são Bernardo?
Tonia – Tenho boas recordações da Vera Cruz. Minha carreira praticamente começou na Vera Cruz. Tive a felicidade de fazer três filmes, me apaixonei pelo Celi (segundo marido) e me tornei reconhecida principalmente depois de Tico Tico no Fubá (1952).
Quais são suas melhores recordações do passado?
Tonia - Vim de uma geração que aprendeu a andar e a falar em cena, inclusive a não ter sotaque carregado. Ninguém percebe, quando falo, que sou carioca. Sou da mesma escola de Fernanda (Montenegro), Paulo (Autran), Ítalo Rossi, Maria Delia Costa e Natália Timberg.
Chega de História denuncia as precárias condições em que sobrevivem a educação e a cultura do nosso país.O que você acha sobre isso?
Tonia – Quem não pode ir a Fernando Henrique, como eu fiz, pode ir a Caixa Econômica, ao Itaú, ao Banco do Brasil... Está cheio de empresa querendo patrocinar cultura.

Qual a melhor coisa que a idade trouxe?
Tonia - A melhor coisa de ficar velha é que hoje estou acima do bem e do mal: digo o que bem entendo, não tenho medo.

Como você analisa sua trajetória artística?
Tonia – Eu me tornei atriz porque sempre gostei disso. Tive que provar a muitas pessoas que eu era capaz de trabalhar para a cultura. Por isso, sempre fiz minhas escolhas baseadas na qualidade e não na qualidade.Deixei de fazer as chanchadas da Atlântica por isso. Hoje quero fazer da minha velhice uma coisa bonita, sem decepcionar meus fãs.

Você pretende se aposentar?
Tonia – De jeito nenhum. Perguntar seu eu vou me aposentar é o mesmo que perguntar quando vou morrer.

Quais seus planos para o futuro?
Tonia – Por enquanto penso só na turnê da peça Chega de História. Espero que o público goste.

“Banco – padaria” faz sucesso no ABC

Número de comércios que atuam como correspondentes bancários vem aumentando na região do Grande ABC

A presença de um correspondente bancário bem perto de casa tem facilitado à vida dos moradores do Grande ABC. Agora, supermercados, farmácias, papelarias, madeireiras, agências dos Correios e outros tipos de comércio prestam serviços antes restritos aos bancos, como recebimento de faturas, pagamento de aposentadoria, saques, depósitos e até abertura de contas correntes para pessoa de baixa renda no próprio bairro.
A população parece estar gostando do serviço, já que não precisa mais se deslocar até as agências bancárias normalmente localizadas nas áreas centrais dos municípios.
Para o auxiliar de departamento pessoal, Augusto dos Santos Novaes, fugir da fila e poupar tempo são as maiores vantagens que esse tipo de segmento oferece. “Esse serviço é ótimo para quem busca comodidade e para quem tem uma vida corrida como eu, que trabalho e estudo e não posso perder tempo numa fila de banco”.
Já o estagiário, Eugênio Dantas Lima, elogia o horário de atendimento mais flexível. “O serviço facilita para todos. Posso sair do serviço tranqüilo e depois passar em um mercado para pagar minhas contas sem problema”.
Os correspondentes atuam com um horário diferenciado dos bancos, que só ficam abertos ao público até às 16 horas. A maior parte dos representantes funcionam até o final do expediente. E como se encontram em pontos comerciais diversos, eles podem oferecer horário expandido, com serviços 24 horas. Alguns estabelecimentos já começaram inclusive a receber pagamentos nos finais de semana.
O Lemon Bank, único banco privado brasileiro a atuar exclusivamente no sistema de correspondentes bancários, começou a prestar esse tipo de serviço em janeiro de 2005. Se depender da procura, o método tem tudo para se fortalecer. Nos cincos sábados de janeiro foram feitas 409.370 transações de pagamentos de contas em 3.700 estabelecimentos tendo movimentado um montante superior a R$ 18 milhões de reais. Isso significa que cada posto de representação recebeu em média 111 pagamentos e movimentou R$ 4.956,54 em dias em que as agências bancárias permaneceram fechadas.
Para os comerciantes o saldo também é positivo e eles têm muito que comemorar. De um lado, recebem as mesmas tarifas bancárias (R$ 0,10 por transação e R$ 2,50 por cada abertura de conta corrente). Do outro, festejam o aumento do fluxo de clientes e conseqüentemente de vendas.
A operadora de caixa, Priscila Bezerra, da Farmadema, afirma que a distância em relação ao banco mais próximo influencia nessa procura. “Os clientes preferem vir até a farmácia, já que o banco mais perto fica a 25 minutos daqui”.
Três anos após a implantação do serviço, já dá para sentir que as vendas aumentaram “A pessoa que vem pagar sua conta de luz, de água ou até mesmo fazer saque, sempre acaba comprando alguma coisa” disse Priscila.
O office – boy, Robson Carvalho Pego, enumera as vantagens de efetuar os pagamentos nesse tipo de estabelecimento. “Não tem fila, o serviço é mais rápido e melhor. Além disso, ainda acabo comprando alguma coisa depois do serviço”.
Os pesquisadores comprovaram na técnica o que os empresários vem sentindo no dia – a - dia. Uma pesquisa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social realizada em 2003 mostrou que 80% das pessoas que utilizam o serviço aproveitam para comprar no mínimo um produto no estabelecimento. Isso despertou o interesse dos varejistas.
Só o Banco Popular do Brasil, braço do Banco do Brasil, aberto em fevereiro de 2004 e voltado para a população de baixa renda conta com 2.163 correspondentes no país. Destes, sete são do Grande ABC. Levando em consideração o tempo de mercado é um número bem alto.
A Caixa Econômica Federal com mais tempo no ramo tem mais de 3.481 parceiros. Só no ano passado, a Caixa aumentou em quase 24 % a quantidade de correspondentes bancários na região. Antes eram 134 correspondentes exclusivamente lotéricas, agora são 166 postos diversos. O saltou de 32 parceiros corresponde à expansão do novo segmento.
Nesses postos denominados como CaixaAqui é possível pagar contas de até R$ 500 reais, abrir uma conta Caixa Fácil que não exige comprovação de renda, além de pagar alguns benefícios como PIS ( Programa de Integração Social) , FGTS ( Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e Bolsa Família, entre outros.
Já o Lemon Bank, que não tem nenhuma agência fixa sequer conta atualmente com 3.750 pontos espalhados pelo Brasil. Só no Estado de SP o banco tem cerca de 963 pontos, sendo cerca de 158 na cidade de São Paulo .
No ABC são seis pontos em Ribeirão Pires e em Mauá. Santo André conta com cinco pontos cada. São Bernardo e Diadema têm quatro correspondentes. São Caetano conta com apenas um ponto de representação
Mas como tudo tem seu lado negativo, alguns comerciantes pedem cautela quando abordam o assunto. È o caso de Mônica Cristina Monge, proprietária do Pet Shop Cãoveniencia, no Rudge Ramos, que afirmou ter medo de ser assaltada, já que seu sogro, que também atua como correspondente bancário em Santo André já foi assaltado várias vezes. “Eu prefiro nem divulgar o serviço. Na verdade, ele serve como comodidade para os clientes mais assíduos”, contou Mônica.
Outro problema é quanto à instabilidade do sistema oferecido. Segundo Priscila, da Farmadema, a maior reclamação registrada é quando cai o sistema ou ainda quando falta dinheiro no caixa. “Muitas vezes, tenho que me desculpar com o cliente já que não tenho como efetuar as transações”.

Bancos querem ampliar serviço


Muitas instituições bancárias interessadas na crescente procura pelo serviço resolveram promover programas de estímulos na tentativa de ampliar o número de estabelecimentos que prestam o serviço.
Segundo o assessor de imprensa do Lemon Bank, Ademir Morata, o mercado ainda tem possibilidade para expansão. Dos 3.750 postos de atendimento 42% são farmácias, 18% representa os mercados/mercearias, as lojas de serviço (conveniência) ficam com 8%. Já os outros segmentos como locadora, bar, magazine, papelaria, açougue, cooperativa e shoppings somam 32%. O interessado em se tornar correspondente do banco deve entrar em contato pelo telefone 32727370 para São Paulo e Grande São Paulo e fora de São Paulo o número é 0800-7241212.
A Caixa Econômica Federal estima que deverá credenciar mais 22 representantes no Grande ABC até o final do ano. Para quem quiser ser correspondente da Caixa, a assessoria informa que o interessado deve ir à agência mais próxima e procurar o segmento empresarial da unidade.
O Banco do Brasil, através do Banco Popular do Brasil está fazendo uma pesquisa de prospecção de estabelecimentos com potencial para atuar como correspondente. Para se tornar correspondente bancário do Banco Popular do Brasil, basta ter uma loja ou uma rede de lojas na região há dois anos, abrir uma conta no Banco do Brasil e atualizar o cadastro. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: 4004 - 2929.
O Bradesco mantém 17 correspondentes nos Correios, já que venceu uma concorrência estatal em 2001 para prestar esse tipo de serviço.

Como se tornar um Correspondente?


Os bancos disponibilizam os equipamentos, como POS ou computadores e material de sinalização, além de oferecer treinamento gratuito para os operadores.
- Infra Estrutura: uma linha telefônica e uma tomada para a instalação do terminal.
- Um atendente treinado para operar a máquina.
- Possuir estabelecimento comercial devidamente cadastrado com CNPJ próprio.
- Contrato Social, RG e CPF dos sócios proprietários.
- Estar com o cadastro compatível com as exigências da resolução 3110 do BC.
- Algumas redes solicitam garantia financeira para operação.
- Estabelecer contrato de correspondente bancário com alguma rede parceira do banco.
(Publicado originalmente no blog do Uol no dia 25/03/2006)

A rota do lixo no ABCD

No Grande ABCD são produzidos mensalmente cerca de 55 mil toneladas de resíduos que têm como destino final o aterro sanitário da empresa Lara Comércio e Prestação de Serviços LTDA, no bairro Sertãozinho em Mauá. O aterro recebe em média 1.579 toneladas de lixo por dia produzidas por seis das sete cidades da região.
Das 240 mil toneladas geradas por dia em todo o país, cerca de 100 mil corresponde ao lixo domiciliar. Desses, cerca de 80% é lançado em lixões a céu aberto ou perto de cursos d’água. Apenas 10% do lixo é colocado em aterros sanitários, que oferecem condições estruturais para reduzir os danos ambientais.
“O problema do lixo na verdade é de educação. O poder público, além de não fazer sua parte, também não fiscaliza o trabalho que é feito pela empresa contratada”, afirmou o presidente do Movimento em Defesa da Vida no ABC, Virgílio Alcides de Farias.
Segundo Farias, que também é educador ambiental da S.O.S. Mata Atlântica, a velocidade do crescimento populacional e urbano e a falta de leis de proteção ao meio ambiente fazem com que o destino de grande quantidade de lixo seja impróprio e incerto.
Atualmente, cada cidade paga em média R$ 35 por tonelada à empresa que cuida do Aterro em Mauá.
No entender do educador, se os municípios investissem em um projeto de reciclagem seriam reduzidos em 85% os custos com o serviço de coleta.
São Bernardo é a cidade que produz maior volume de lixo na região. São 510,9 toneladas por dia e um gasto mensal em torno de R$ 540 mil. Desse total, 20% são resíduos potencialmente recicláveis que são encaminhados para os Centros de Ecologia e Cidadania, o doméstico vai direto para o aterro sanitário de Mauá e o lixo hospitalar, coletado de segunda a domingo pela ATT-Ambiental LTDA passa por um processo de desinfecção por microondas na estação de tratamento, localizada no bairro Cooperativa, antes de ser encaminhada para o aterro.
Segundo pesquisa divulgada pela Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) a cidade de Santo André é a segunda colocada no quesito produção de lixo, são 471 toneladas diárias.
Diadema vem logo a seguir com 235,8 toneladas. De acordo com o diretor do Departamento de Limpeza Urbana de Diadema, Ricardo Perez, o município produz 8 mil toneladas de resíduos domiciliares, 60 toneladas de resíduos infectantes ao mês. A Prefeitura, através do Projeto Pé na Rua, chega a recolher mais 5 mil toneladas de entulhos diversos ao mês.
“Além disso, em Diadema existe o Projeto Vida Limpa, relacionado à coleta seletiva, recebimento de entulhos e óleo vegetal usado. Nele trabalham cerca de 80 pessoas”, disse Perez.
Ainda segundo a pesquisa, a cidade de Mauá aparece em quarto lugar no ranking com produção diária de 230,7 toneladas. São Caetano fica em quinto com 70,2 toneladas de lixo. Ribeirão Pires fica em sexto lugar com 55,8 toneladas. E a cidade que menos produz é Rio Grande da Serra responsável por 15,2 toneladas de lixo.
Santo André é a única cidade que não deposita lixo neste aterro. Os resíduos produzidos pelo município seguem para o Complexo do Aterro Sanitário Municipal, criado em 1969 e administrado pelo Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André.
De acordo com o serviço, o programa de Coleta Seletiva começou a ser implementado em 1997, com o trabalho piloto em alguns bairros e espaços públicos. Hoje, o Semasa registra índice de participação de 60% da população.
Os resíduos são separados pelos munícipes em dois recipientes distintos: um para lixo úmido (lixo de cozinha, banheiro e pequenas podas de jardim) e lixo seco (embalagens, plásticos, papel, alumínio e outros materiais que podem ser reciclados).
As cerca de 500 toneladas de recicláveis mensais coletadas são entregues às cooperativas e aos outros programas sociais do município que fazem triagem e vendem para empresas recicladoras. Os projetos beneficiam 282 pessoas.
Lixão Clandestino. Até quando?

Na região do ABCD um depósito de lixo clandestino foi encontrado sob a torre de transmissão de energia da Eletropaulo e da Cetep (Companhia de Transmissão de Energia Paulista), entre a rua São Tomás Mouro, no bairro Sítio dos Vianas, em Santo André, e a rua Santa Rita de Cássia, no Jardim Industrial, em São Bernardo.
O local chega a receber por dia aproximadamente 40 caminhões carregados com lixos doméstico, industrial e entulho. Os moradores, cansados da situação que se arrasta desde julho, reclamam dos problemas causados por esse lixo.
“Os caminhões jogam todo tipo de lixo, a maioria vem de empresas privadas, são restos de construção, entulhos de caçamba. O local serve até como desova de carros roubados e de pessoas mortas”, afirmou o vice-presidente da Associação de Construção Comunitária por Mutirão do Jardim Industrial, Hermes Martins da Silva.
Para Silva, que também é morador do local, a preocupação cresce nos períodos chuvosos, pois o risco de desmoronamento do lixão é muito grande. “Qualquer chuva mais forte pode fazer o barranco do lixão cair em cima da favela da Mininha”.
Edson da Costa, outro morador do bairro, diz que a situação se agrava quando ateiam fogo no lixo. “Quando colocam fogo nos entulhos fica um cheiro insuportável”.
Entretanto, o problema não é recente. O mais conhecido depósito de lixo clandestino foi o do Alvarenga que, durante 20 anos, foi usado pelas Prefeituras de São Bernardo e de Diadema como única saída para a destinação do lixo produzido pelas duas cidades. O terreno, com cerca de 400 mil m², situado na divisa dos dois municípios, teve que ser fechado por determinação do STJ (Superior Tribunal de Justiça).O lixão funcionava de forma irregular e, desde 2003, os prefeitos da região se comprometeram a transformar a área em um grande parque, o que até hoje ainda não foi feito.
No Brasil, cerca de 45 mil pessoas sobrevivem coletando dos lixões objetos e alimentos, tanto para a venda, quanto para o consumo. Esses locais acumulam lixo hospitalar, remédios vencidos, além de tóxico como baterias e pilhas. Estima-se que cada bateria ou pilha depositada de forma inadequada contamine uma área de um metro quadrado.
Metais pesados como chumbo, mercúrio e seus compostos podem provocar graves doenças neurológicas, além de afetar a condição motora.
A reciclagem é uma saída para amenizar a quantidade de lixo produzido pela população. A seleção e a recuperação de lixo urbano no mundo já é prática rotineira e generalizada em diversos países, principalmente nos desenvolvidos.
Trabalho que recicla a Vida


Ex-catadora do extinto lixão do Alvarenga, Aparecida Margarete de Souza, 39 anos, teve sua vida mudada ao ingressar no programa de reciclagem Lixo e Cidadania, criado em fevereiro de 2001, pela Prefeitura de São Bernardo, para acolher os ex-catadores do extinto lixão do Alvarenga e ex-catadores de materiais recicláveis de rua.
“Melhorou muito, aqui a gente tem horário fixo, hora para almoçar, trabalha em equipe e não tem competição. Sabe que no final do mês tem um salário garantido. Lá, a gente ficava embaixo do sol quente, tomava chuva, e nem sempre conseguia tirar dinheiro com o que recolhia”, contou a recicladora.
Hoje a Associação de Reciclagem Raio de Luz, localizada na Vila Vivaldi, conta com 21 associados, que chegam a arrecadar mensalmente 40 toneladas de lixo.
O material recebido é separado e vendido para vários compradores e o valor que é arrecado é dividido de maneira igual entre os associados, que chegam a receber em média R$ 400 por mês.
A Associação conta com o apoio da população, de empresas e escolas que facilitam o trabalho dos recicladores depositando o lixo reciclável nos ecopontos, latas coloridas que servem para colocar o lixo trazido de casa.
Apesar de contar com esse apoio, os recicladores contam que chegam a sofrer preconceito pelo tipo de trabalho que realizam. “A gente se sente meio desvalorizada, pois fazemos um trabalho para ajudar o meio ambiente e as pessoas acham que a gente só pega lixo, mas sei que é um trabalho digno. Por isso, eu me sinto muito feliz em poder trabalhar aqui e sustentar minha família” afirmou Aparecida.
Outro integrante da cooperativa, Elias Domingos de Barros, 34 anos, trabalhou durante oito anos no lixão do Alvarenga. Lá conheceu sua esposa e constituiu família. Há cinco anos desenvolve o trabalho de reciclagem na Raio de Luz.
“O nosso trabalho contribui não só para o meio ambiente como também para o município que acaba gastando muito menos. Assim todos saem ganhando, a gente que tem um trabalho, a prefeitura que economiza e as pessoas que ganham mais qualidade de vida”, afirmou Domingos.
(Publicado originalmente no blog do Uol no dia 25/03/2006)

Grupo Nova Geração se apresenta no Baeta

Recontar nos palcos as dores e problemas enfrentados pela mãe que teve câncer é o grande desafio da peça Rir Ainda é o Melhor Remédio do grupo de Teatro Nova Geração 2000, que se apresenta neste sábado (04), às 20h, Teatro Abílio Pereira de Almeida, em São Bernardo.
“A peça tem um pouco da minha história e a de cada brasileiro, com seus problemas, suas alegrias. O personagem Zé das Letras é um homem de 40 anos que quando descobre ter câncer, ele começa a fazer uma retrospectiva de toda a vida e percebe que apesar de todos os problemas que enfrentou sua vida foi muito feliz e bem vivida”, conta Garotão.
Com texto, direção e atuação de Fábio Garotão, o espetáculo tenta não só mostrar os desafios, problemas e dor enfrentados pelos doentes, mas também é uma maneira de conscientizar o público da importância de fazer os exames preventivos e de lutar pela vida.
“Eu me inspirei na minha mãe que faleceu com câncer. Mas quis mostrar para o público que apesar do câncer ser uma doença depressiva, você também tem que ter perseverança e não só isso, tem que lutar pela cura. Os homens são meus alvos principais, pois sempre deixam de assumir suas doenças. É um grande erro”, afirma o diretor.
O grupo existe desde 1989 e apesar disso não conta com nenhum apoio público ou privado. “A gente não ganha nada para realizar o espetáculo, fazemos por amor ao Teatro e como mostra a própria história da peça a gente tem que levar tudo com humor. Como digo sempre, a vida é um show de prazer e seu sorriso é meu cachê”, falou Garotão.
A peça já foi apresentada em várias escolas da cidade e retorna nesse sábado ao Teatro Abílio Pereira de Almeida que fica na praça Cônego Lázaro Equini, 240.Os ingressos variam de R$ 3 a R$ 5. Informações pelo telefone: 4125-0582.
(Publicado originalmente no blog do Uol em 26/08/2005)

Consiglia Latorre canta sucessos da MPB no SESC Santo André

Nesta quarta (25), às 20h, o Sesc Santo André traz ao palco do seu teatro a voz da cantora e instrumentista paulista Consiglia Latorre para apresentar ao público as músicas do CD “Tempo da Delicadeza”.

“O repertório do show traz o som da MPB em diversos tempos. Toda a pesquisa feita para a realização desse trabalho levou a uma junção da tradição com a contemporaneidade, com sucessos de autores consagrados, como Chiquinha Gonzaga e Tom Jobim a composições de Juliana Caymmi, Paulo César Pinheiro e novos nomes da música popular brasileira”, falou Consiglia.

As canções fazem parte do CD gravado em 2002, no estúdio do Sesc Vila Mariana em São Paulo e conta com repertório de autoria de diversos autores entre eles, Chico Buarque, Dorival Caymmi e Paulinho da Viola e contará com a participação especial de Cristóvão Bastos.

“O show traz músicas que carregam uma densidade de sentimentos, como é o caso de ‘Todo Sentimento’, de Cristóvão Bastos e Chico Buarque, canção de onde se extraiu o título do espetáculo e do CD, outras canções refletem o clima descontraído do samba – brejeiro, caso de ‘ Requebre que eu dou um doce’, de Dorival Caymmi, e na linha contemporânea, destacam – se a marcha – rancho ‘ Seus Olhos’, de Juliana Caymmi e a seresta ‘Canção do amor distante’, de Maurício Carrilho e Paulo César Pinheiro”, disse Consiglia.

A cantora iniciou sua carreira no movimento Virada Paulista, no Teatro Lira Paulistana na década de 80, do qual participaram Eliete Negreiros, Arrigo Barnabé, Ná Ozetti, Vânia Bastos, Itamar Assumpção, Ulisses Rocha, Teco Cardoso e muitos outros.

“Alguns desses amigos de longos anos me ajudaram na elaboração desse último trabalho, como o músico Toninho Ferragutti, o Toninho Carrasqueira, o Dante Ozetti, que criou uma canção inédita para o disco e até os mais recentes como o Guinga, que teve uma grande generosidade com meu trabalho”, afirmou Consiglia.

Entre 1984 a 1990 excursionou pelo Brasil e pelo exterior como vocalista do compositor Toquinho.Paralela à experiência de vocalista, Consiglia iniciou sua carreira solo, apresentando de 1986 a 1990, o show ‘Em Torno do Tom’, sobre a obra de Tom Jobim que segundo ela é um dos pilares da sua formação musical.

Entre 2000 a 2001 apresentou o show Canções de Chico Buarque com o pianista e maestro Rafael dos Santos. De 1999 a 2002, a convite do maestro Nelson Ayres, participou como jurada dos II, III e IV Prêmio Visa da MPB.

Além da carreira artística, a cantora é mestre em Metodologia do Ensino do canto Popular pela Universidade do Estado de São Paulo (Unesp), coordena o Núcleo de Música do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura de Fortaleza e é a responsável pela concepção e direção artístico – pedagógico do Festival Música na Ibiapaba.

O Sesc Santo André fica na rua Tamarutaca, 302, Vila Guiomar. Informações pelos telefones 4469-1250 ou 4469-1251. O teatro tem capacidade para 300 pessoas e entrada franca.
(Publicado originalmente no blog do Uol no dia 26/08/2005)

Sucessos de Elis na voz de Markinhos Moura

Rudge Ramos Jornal

Gente estarei disponibilizando aqui umas matérias minhas que saiu semestre passado no Rudge Ramos Jornal, espero que vocês gostem....

Sucessos de Elis na voz de Markinhos Moura



Tatiana Ferreira

Neste sábado (28) às 21 hs, os fãs saudosos de Elis Regina, uma das melhores intérpretes de Música Popular Brasileira que o país já conheceu, poderão recordar todo o talento da cantora ouvindo seus grandes sucessos na voz parecida de Markinhos Moura no Teatro Lauro Gomes.

“Eu surgi na mídia nos anos 80 lançado pelo Fantástico e foi um grande sucesso. Todos comentavam a semelhança da minha voz com a da Elis, que foi quem me ensinou a cantar”, falou Moura.

No show o cantor cearense apresenta canções que marcaram toda uma geração e que ainda hoje emocionam o público como Romaria, Atrás da porta, Maria Maria, O Bêbado, O Equilibrista, Fascinação entre outras.

“O público pode esperar um tributo à cantora, que foi minha musa inspiradora, não um show cover. Eu quero mostrar que a Elis tem muitas canções boas fora as que todos já conhecem”, disse Moura.

Markinhos Moura é conhecido na mídia por ter composto e gravado a música “Meu Mel” intitulada como romântica brega pela crítica.

“Na verdade não acho que seja uma música brega, e sim uma das músicas precursoras do pop romântico, mas não ligo para isso, pois tudo isso muda muito rápido. O que é brega hoje, amanhã já não é mais”, afirmou Moura.

Entretanto sua carreira começou bem antes disso, protagonizando em Fortaleza musicais, como “Os Saltimbancos” e o “Reino da Liminúria”.

Depois de ser descoberto nos musicais, foi convidado a participar como atração fixa do programa de televisão “Augusto Borges”, onde interpretava sucessos de Elis Regina, Milton Nascimento, Caetano Veloso e Ney Matogrosso.

Na década de 80, residindo no Rio de Janeiro, gravou seu primeiro disco, intitulado “Segredos” e participou do 1º Festival Lubrax de MPB, do qual saiu com o troféu de melhor intérprete com a canção “Pra Dizer Adeus”, de autoria de Edu Lobo.

Além do show Tributo a Elis, Markinhos Moura se dedica a outros projetos e adianta que em julho estréia o musical “Bregópera” ao lado de Gabriela Alves.

O Teatro Lauro Gomes fica na Rua Helena Jacquey, 171. Os ingressos estão à venda na bilheteria e variam de R$ 15,00 a R$ 30,00.Outras informações pelo telefone: 4368-3483.

(Publicado originalmente no blog do Uol no dia 24/08/2005)

Escritor de Brasília surpreende na Bienal

O maior desafio do jornalista e escritor Pedro César Batista foi escrever ao mesmo tempo “Gilson Menezes – O operário prefeito – Experiências e Desafios”, que fala sobre o líder da primeira greve operária no Brasil após 1968 e “63 Poemas de amor para uma Flor dos Pampas no Cerrado”, livro dedicado à sua mulher.
Essa façanha o tornou umas das grandes surpresas na 18ª Bienal Internacional do Livro em São Paulo, ocorrida entre os dias 15 e 25 de abril.
Esteve presente ao evento que ocorreu dia 17 no Stand da Universidade de Brasília, o ex - prefeito de Diadema, Gílson Menezes, que autografou diversos livros.
Com esses lançamentos simultâneos chegam a dez o número de obras publicadas pelo escritor Pedro Batista.
Está sendo aguardado para o próximo dia 12 de maio de 2004, às 19h00, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Diadema, o lançamento dos dois livros.

(Publicado originalmente no blog do Uol no dia 21/04/2004)

Camp Piero Pollone ajuda jovens na procura do primeiro emprego


O Círculo de Amigos do Menor Patrulheiro (CAMP) Piero Pollone, fundado em 30 de agosto de 1976, é uma entidade mantida e administrada pelos membros do Rotary Club Santo André Norte, que trabalham voluntariamente para oferecerem ensino profissional a jovens carentes, com idade entre 15 a 18 anos incompletos.

"O objetivo de nosso curso é encaminhar o jovem ao mercado de trabalho, principalmente porque os jovens que nos procuram, em sua grande maioria não tem condições financeiras para custear um curso, nunca tiveram acesso à informática. Em nossa Entidade temos um laboratório de informática onde os alunos têm quatro horas de aula semanalmente", afirma Carmem Lúcia, diretora do Camp.

Durante seis meses, o adolescente passa pelo curso de aprendizagem nível básico e depois de contratado recebe orientações voltadas para sua área de atuação, que é dividida em Aprendiz do Comércio ou Aprendiz Auxiliar Administrativo.

Após concluir o curso, o menor deve aguardar um chamado da entidade para poder participar de uma entrevista, em uma das empresas conveniadas. Segundo Carmem, a prioridade é para aqueles que mais se identifiquem com a vaga e que necessitem mais.

O Camp Piero Pollone fica localizado na Rua Paulino de Lima, nº 245, Jd.Ana Maria, Santo André.O horário de funcionamento é de segunda a sexta das 8:00 às 17:00 hs, com intervalo de almoço das 12:00 às 13:00 hs e maiores informações podem ser obtidas através do telefone 4479-2470 ou do site: http://www.patrulheiros.com.br
(Publicado originalmente no blog do Uol em 14/04/2004)


Quem gosta de arte, não pode perder a exposição de Picasso ,que acontece do dia 28/01 a 02/05 em São Paulo.Essa exposição está sendo consideradas uma das maiores amostras sobre Picasso.
A amostra faz uma retrospectiva da carreira do pintor espanhol Pablo Picasso(1881 - 1973).São quadros e esculturas que nos revelam o talento desse conhecido artista.
No total, a retrospectiva do pintor conta com 126 obras provenientes do Museu Picasso em Paris.
A exposição "Picasso na Oca" acontece no pavilhão da Oca, no parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portões 2 e 3, região sul, SP). Informações: tel. 0/xx/11/3253-5300. A entrada é gratuita para o público até sexta (27/2). Nos demais dias, a exposição acontece de ter. a sex., das 9h às 20h; sáb., dom. e feriados: das 10h às 20h. Quanto: R$ 10; grátis para crianças até seis anos, portadores de deficiências físicas, maiores de 65 anos e aposentados; R$ 5 para estudantes com carteirinha e crianças de 6 a 12 anos. Vendas antecipadas pelo tel. 0/xx/11/6846-6000 e pelo site www.ticketmaster.com.br.

(Publicado originalmente no blog do Uol em 27/03/2004)